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Qualidade e fabricação artesanal

Desde remotos tempos os homens Egípcios e Babilônicos, ao observar o Sol, perceberam que este provocava a sombra dos objetos. Ao fazer estas observações notaram que ao longo do dia, o tamanho das sombras variava. O homem primitivo, primeiramente, usou sua própria sombra para estimar as horas. Cerca de 3500 A.C, os egípcios criaram o primeiro modelo de relógio de Sol, denominado Gnômon. Este relógio projetava sua sombra através de um pilar fincado no chão na posição vertical, sendo considerado o pai de todos os relógios de Sol.

A primeira evidência de divisão do tempo em partes iguais foi em 1500 A.C no Egito, aonde outros dois modelos de relógios foram inventados: a Clepsidra ou Relógio de Água, e a Ampulheta. O gotejar de pingos de água ou o escoar da areia na Ampulheta respeitavam um determinado padrão de tempo. A grande vantagem desses medidores em relação ao relógio de sol é que era possível medir o tempo de noite e em dias nublados.

No século XIII surgiram na Europa os primeiros relógios mecânicos com sistema de engrenagens movidos por peso. Os relógios mecânicos, desde o início até fins da Idade Média (1300-1450), empolgaram o homem de tal forma que foram considerados como símbolos do equilíbrio, da sabedoria e da virtude. Boa parte dos relógios construídos nesse período, e mesmo posteriormente, apresentavam figuras e desenhos alusivos a essas nobres qualidades que o homem deveria possuir.

Em 1595, Galileu Galilei descobre a Lei do Pêndulo, e em 1656 o cientista holandês Cristhiaan Huygens materializa o relógio pendular, pois percebeu que mudando o comprimento do pêndulo, conseguia-se regular seu período de oscilação, fazendo com que os relógios pendulares se tornassem cem vezes mais precisos que seus antecessores.

A história dos relógios acompanha, efetivamente, a própria história da civilização. Iniciando-se por volta de 5000 anos passados registra a evolução do homem em seu progresso através dos tempos até os nossos dias atuais. O relógio não para, e o tempo não espera por ninguém. A noção do tempo e da vida depende de um estado de presença constante, ou seja, estar presente e consciente de tudo que se passa a todos os momentos. Portanto, viva plenamente e sinta o tempo passar, isso pode fazer toda a diferença!